quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O Sara occidental: O Presidente do CORCAS declara: "sou optimista"

Entrevista ao jornal "hoje o Marrocos"

Khalli Hanna Ould Rachid, nomeado recentemente o presidente do Conselho Real consultivo para os negócios sarianos, é persuadido que o projecto de autonomia porá em malogro as pretensões separatistas.

Eis a entrevista.

ALM: Como acolheram a vossa nomeação à cabeça do Conselho real consultivo para os negócios sarianos?

Khalli Hanna Ould Rachid: Sou honrada muito a ser encarregada pela Sua Majestade o Rei. Este é muito grande e nobre missão a ser dirigida.

Esta nomeação é para mim um imenso orgulho. Dizando que chamo que os negócios do Sara estejam geridos pelos habitantes do Sara.

Considerando que é uma vitória para vocês?

A política nacional - como està estipulando a Constituição - se ela é determinada pela Sua Majestade o Rei.

É a Sua Majestade o Rei que define a política que propõe-se a ser práticada.
Neste quadro, sou apenas um empregado da Sua Majestade. Tento preencher honestamente, fiel e lealmente as missões das quais sou encarregada.

Por conseguinte, a vitória é a da Sua Majestade. Como vêem a vossa acção sendo práticada como presidente do Conselho?

O Conselho real consultivo para os negócios sarianos é uma instituição que é definida bem pelo Dahir real que fixa as missões e os objectivos que devemos preencher.

Primeiramente, o Conselho deve ocupar-se do desenvolvimento económico, social e cultural nas províncias do Sul.

Em segundo lugar, deve defender a marocanidade do Sara a nível tanto nacional como internacional. É uma tarefa imensa que vamos realizar com professionnalisme, devoção e transparência com o conjunto dos intervenientes, ou seja os diferentes departamentos ministeriais, os conselhos elegidos, o conjunto da sociedade civil, os tribos, etc..

Estes sempre contram com a ingerência que sempre qualificou-se de exagerado pelo ministério do Interior dos assuntos do Sara?

As tarefas são agora claras. A sua Majestade o Rei tem muito definido.

O Conselho está unido directamente à Sua Majestade. É necessário dizer que o ministério do Interior é um departamento muito importante que se ocupa da administração territorial e que é ao mesmo tempo membro do Conselho, conjuntamente com o ministério dos Negócios estrangeiros, a Agência de desenvolvimento das províncias do Sul e diferentes os walis e governadores das províncias sarianas.

Vamos trabalhar juntos de modo que o esforço nacional, que seja no domínio político, diplomático, económico, social ou cultural, seja orientado na mesma direcção que a Sua Majestade definiu claramente no seu discurso histórico do 25 de Março de 2006, por ocasião da visita real nas províncias do Sul.

Qual é a vossa posição sobre o projecto de autonomia sob soberania marroquina. Ao vosso parecer, quem deve gerir esta região autónoma: o Sahraouis do interior, no qual faz parte, o Mohamed Abdelaziz Marrakchi e os seus bandos?

É uma pergunta prematura. Primeiro, o Conselho deve dar o seu parecer sobre o projecto de autonomia. e depois já, posso dizer mas que este projecto de autonomia é destinado ao conjunto do Sahraouis, onde encontram-se, que seja nas províncias do Sul, nos campos de Tindouf, ou para as populações destas províncias que se encontram na Mauritânia, na a Espanha ou noutro lugar.

O projecto de autonomia não se dirige uma à uma organização determinada, à uma uma associação precisa ou uma parte dos habitantes, mas todos os Sahraouis que sempre afirmou um lugar eminente dentro do Reino.

É um projecto credível, real, moderno e democrático. Além disso, é um projecto civilisé de gestão dos assuntos sociais políticos, económicos e. Este projecto de autonomia vai regular definitivamente o problema do Sara.

Nenhum Sahraouis honesto e patriótico, terá mais o mínimo pretexto de dizer qualquer coisa a seu respeito ou ele ser deixado como esquecido, excluído, ou marginalizado.

O projecto de autonomia não permitirá mais a ressurgência de pretensões séparatistes. E uma das tarefas principais do Conselho é convencer o conjunto das populações sahraouies aderir maciçamente ao sucesso deste projecto histórico. É optimista para a sequência dos acontecimentos.

A autonomia é uma boa coisa para o Sara, ou vai desentupir sobre a independência reclamada pelo grito pelo Polisario?

A autonomia não é um passo para a independência. A autonomia vai reforçar a unidade nacional, a integridade territorial e obedece aos critérios democráticos de gestão do mundo moderno. O conjunto dos países europeus, que compõem a UE, e os países descentralizados assim como os Estados Unidos, a Federação da Rússia, a China, a Índia, o Brasil e outros grandes países estào de acordo com o projeto que eles apoiam definitvamente.

O Marrocos vai tornar-se um modelo de descentralização e gestão democrática dos negócios nacionais. Será um modelo para a África e o mundo árabe e muçulmano. Sejam claros, a autonomia é e mais uma garantia fundamental da adesão das populações referidas por este projecto para a coesão nacional, a unidade nacional, a integridade territorial e a soberania marroquina sob a condução suprema da Sua Majestade o Rei, fiador das instituições e a unidade do país. Iniciou a vossa missão à cabeça do Corcas uma primeira saída, segunda-feira passada, à Smara.

Como reagiram às agitações que conheceu esta província do Sul? É um problema menor que foi regulado de acordo total e entre as autoridades locais e as pessoas referidas nestes acontecimentos.

É uma das primeiras tarefas do Conselho, que se saldou por um sucesso total.
O método que vamos seguir para regular este tipo de problemas é baseado no diálogo, o acordo e a transparência.

Fontes: o sítio político do Sara ocidental: http://www.corcas.com/
o portal do Sara ocidental: http://www.sahara-online.net/
o sítio da cultura hassanie: http://www.sahara-culture.com/
o sítio de sara cidades: http://www.sahara-villes.com/
o sitio sara cultura: http://www.sahara-culture.com/
o sitio sara desenvolvimento: http://www.sahara-developpement.com/